A trompa é um instrumento de sopro da família dos metais. Muito antigo (os antigos egípcios já o conheciam), passou aos hebreus, aos gregos e aos romanos, é muito importante na orquestra sinfônica moderna. Consiste num tubo metálico de 3,7 metros de comprimento, ligeiramente cônico, com um bocal numa das extremidades e uma campânula (ou pavilhão) na outra, enrolado várias vezes sobre si mesmo como uma mangueira, e munido de três ou quatro chaves, de acordo com o modelo. O trompista aciona as chaves com a mão esquerda, e com a mão direita dentro do pavilhão ajuda a controlar o fluxo de ar dentro do instrumento, e é pela ação conjunta das chaves, da mão direita no interior da campânula, e do sopro (e, às vezes, sucção) do trompista que as notas são produzidas em diferentes alturas e timbres. É um instrumento dificílimo de tocar: o trompista não só tem que ter um ouvido afinadíssimo e saber solfejar com precisão, como também tem que ter uma coordenação motora perfeita para controlar os músculos da mão direita e a própria respiração.
O timbre da trompa é o mais rico em harmônicos, assemelhando-se muito à voz humana. A mão dentro da campana permite uma enorme variedade de timbres.
A harpa, juntamente com a flauta também é um dos instrumentos mais antigos. Teria se originado dos arcos de caça que faziam barulho ao roçarem na corda. A harpa é sempre triangular, lembrando um arco de caça. Tem-se conhecimento, através de fábulas épicas, poesias e trabalhos de arte que as harpas existiam séculos antes de Cristo, na Babilônia e na Mesopotâmia. Foram encontrados desenhos de harpas na tumba do Faraó egípcio, Ramsés II, (1198-1166 A.C.) e também na Grécia Antiga.

Liras
A lira também é dos mais antigos instrumentos. Diz a mitologia grega que Apolo foi seu inventor e ele é conhecido como o protetor das artes, da música e da inspiração poética. Talvez seja por isso que as palavras lírico, lirismo vêm do uso desse instrumento.
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