segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Joaquim Maria Machado de Assis-Vinicius n33

Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu no Rio de Janeiro no dia 21 de Junho de 1839.Muito conhecido no Brasil, por trazer o Realismo para a literatura brasileira,com o livro Memórias Póstumas de Brás Cubas. Machado de Assis, foi poeta, dramaturgo(que escreve obras dramaticas ou teatrais), jornalista, contista, folhetinista, jornalista e crítico literario.

Machado de Assis possuia uma saúde fragil,pois tinha nascido com gagueira e epilepsia e ao longo de sau vida desenvolveu a cegueira e depressão.Ele morreu no dia 29 de setembro de 1908 aos 79 anos.

Uma de suas obra mais conhecidas é Dom Casmurro, que recebeu uma adaptacão cinematografica chamada Capitu.

O Realismo foi um movimento artistico e literario que ocorreu entre as décadas do século 19.Ela se caracteriza pela abordagem objetiva e interesse pelos interesses sociais.


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Adaptação cinematográfica do livro Dom Casmurro

Fontes:www.wikipedia.com

O Realismo começou no Brasil em 1881, com a publicação do livro “O Mulato”, de Aluisio Azevedo. O ponto mais alto do Realismo se deu na década de 90 com o Simbolismo, e termina em 1922 com o Modernismo.
A estética realista apresenta 3 faces principais:
1- A prosa realista e naturalista representada por Aluisio Azevedo, Machado de Assis, Raul Pompéia, entre outros;
2- A poesia parnasiana é representada por Olavo Bilac, Vicente de Carvalho, entre outros;
3- O teatro de costumes, representado por Artur Azevedo.
O Realismo no Brasil despontou inúmeros poetas e prosadores e, entre eles o autor de maior expressão, Machado de Assis.
O Realismo seguiu três direções fundamentais:
1- defendia o aproveitamento das conquistas da Ciência, buscando o máximo de objetividade da realidade concreta (fotografia);
2- Usava a obra de arte para combater as instituições decadentes (burguesia, o clero e a monarquia).
3- O realismo buscava a essência dos seres e das coisas, vasculhando a psicologia íntima dos personagens.
A prosa realista era regionalista e cultivou o romance e o conto.





Aluisio Azevedo
Aluisio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão em 14 de abril de 1857. Atraído pelas artes plásticas, mudou-se para o Rio de Janeiro. Com a morte do pai, voltou à cidade natal, onde passou a trabalhar na imprensa. Iniciou sua trajetória como ficcionista. Escreveu “Uma Lágrima de Mulher” (1880) e “O Mulato” (1881). Retornou ao Rio de Janeiro, como escritor e jornalista. Insatisfeito com a imprensa, tornou-se diplomata. Serviu em Nápoles, Japão e em Buenos Aires, onde faleceu em 21 de janeiro de 1913.

O Cortiço
Romance publicado no Rio de Janeiro em 1890. Como o próprio título sugere, a estória tem como tema uma habitação coletiva fluminense, no fim do século XIX. O cortiço foi construído por João Romão, um português ambicioso e inescrupuloso que explora o próximo e emprega todos os ardis, desde uma pequena diferença no metro até um peso furtado. Aos poucos vai adquirindo terrenos e construindo pocilgas, onde abriga os trabalhadores de sua pedreira, situada nos fundos do cortiço. Existem vários dramas dos personagens: Rita Baiana, mulata faceira; Pombinha, menina inocente que se prostitui; Jerônimo, português brioso que cede aos dengues da mulata; Florinda, Leocádia, etc... João Romão, ajudado pela negra Bertoleza, criada e amásia enriquece. A mudança de Miranda para o sobrado ao lado faz João Romão sonhar com sua ascenção social. Tanto faz que acaba casando com Zulmira, filha do Miranda. Bertoleza, ao saber do casamento, suicida-se.

Realismo Aluísio Azevedo

imagem de seu livro"o cortiço" sua fotografia









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Francisco Bonchristiano Aigner Ribeiro 6c n 10
















O Realismo e a obra de Édouard Manet Pedro Fonseca Schneider n.27

O Realismo foi um movimento artístico que se manifestou na segunda metade do século XIX. Caracterizou-se pela intenção de uma abordagem objetiva da realidade e pelo interesse por temas sociais. O engajamento ideológico fez com que muitas vezes a forma e as situações descritas fossem exageradas para reforçar a denúncia social. O Realismo representou uma reação ao subjetivismo do Romantismo.

Nas Artes Plásticas a tendência expressou-se sobretudo na pintura. As obras privilegiavam cenas cotidianas de grupos sociais menos favorecidos. O tipo de composição e o uso das cores criou telas pesadas e tristes. O grande expoente foi o francês Gustave Courbet (1819-1877). Também destacou-se Édouard Manet.

Édouard Manet (Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris — 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX.

Após os seguidos fracassos ao tentar entrar para Escola Naval, Manet consegue apoio de seus pais para estudar no ateliê do pintor e mestre Thomas Couture, onde ficou por seis anos, durante os quais procurou aprender as bases técnicas da pintura e fez cópias de obras expostas no Louvre (cópias de obras de Ticiano, Velazquez, Tintoretto e Delacroix). Manet completou seu aprendizado viajando e conhecendo museus de outros países euporeus (Itália, Holanda, Alemanha, Áustria e outros). Em uma das viagens à Itália, Manet copiaria "Vênus de Urbino" de Ticiano que seria sua inspiração para fazer anos depois "Olympia".

Manet era criticado não apenas pelos temas, mas também por sua técnica, que escapava às convenções acadêmicas. Ele era inspirado pelos mestres clássicos e em particular pelos espanhóis, influenciando artistas do Impressionismo em virtude da pureza de sua abordagem. Foi considerado um dos fundadores da arte moderna. Suas principais obras foram: Almoço na relva ou Almoço no Campo, Olympia, A sacada, O tocador de pífaro e A execução de Maximiliano.

Manet pode ser considerado como o último representante da tradição e o primeiro entre os modernos na pintura francesa. Pertence à tradição pelo seu apego aos mestres do passado, cuja lição recria em várias obras, e também pela insistência em procurar o reconhecimento oficial. E é o primeiro entre os modernos por exprimir uma nova concepção da realidade e de sua representação por meio da arte.

Manet foi rejeitado pela primeira vez no Salão de 1859, embora ainda fizesse concessões ao gosto da época. Em 1861, dois de seus quadros foram bem recebidos pelo Salão, mas o estilo dessas obras ainda era o do realismo tradicional.

O choque definitivo entre Manet e os juízes do Salão veio com o "Almoço na relva", em 1863. Embora o seu modelo fosse um quadro clássico, o "Concerto campestre", de Giorgione, a obra de Manet foi julgada insolente pelas suas características eróticas. O quadro foi exibido no Salão dos Recusados, aberto no mesmo ano para os pintores que não eram admitidos ao Salão.

Olympia

Almoço na relva, de 1863

A execução de Maximiliano, de 1867


Fontes: pt.wikipedia.org/wiki/Édouard_Manet Acesso em 26/08/2010.

http://educacao.uol.com.br/biografias/Edouard-Manet.jhtm Acesso em 26/08/2010.

http://www.algosobre.com.br/literatura/realismo.html Acesso em 30/08/2010

Realismo-Gustave Flaubert-Pedro n28

O Realismo Socialista foi o estilo artístico oficial da União Soviética entre as décadas de 1930 e 1960, aproximadamente. Foi, na prática, uma política de Estado para a estética em todos os campos de aplicação da forma, desde a Literatura até o Design de produto, incluindo todas as manifestações artísticas e culturais soviéticas (Pintura, Arquitetura, Design, Escultura, Música, Cinema, Teatro etc.).

O Realismo Socialista está diretamente associado ao comunismo ortodoxo e aos regimes de orientação ou inspiração stalinista.

Nos países da antiga URSS (notavelmente a Rússia, a Bielorrússia e a Ucrânia), o estilo do realismo socialista é tomado como sinônimo de jdanovismo, a estética oficial assim batizada em referência a Andrei Jdanov, comissário de Stalin responsável pela produção cultural e propaganda.Gustave Flaubert é o segundo dos 6 filhos[3] do médico Achille Cléophas Flaubert (1784-1846), cirurgião-chefe do Hospital de Ruão, e sua esposa Anne Justine, nascida Fleuriot (1793-1872). Passa a infância ao lado dos irmãos no Hospital onde o pai trabalha.

Estuda no Colégio Real, onde faz amigos para a vida inteira, tais como Louis Boulhiet (1829-1869), poeta; Maxime Du Camp (1822-1894), futuro editor e jornalista, e Alfred Le Poittevin, morto prematuramente. Interessado em literatura, dirige o semanário escolar, “Arte e Progresso”.

Aos 15 anos, interessa-se por teatro, e compôe um drama em 5 atos, em prosa, “Luís XI”. Em 1837, escreve seu primeiro romance, “Rêve d'enfer”, uma obra ainda imatura e juvenil, mas que já vislumbra os traços que caracterizariam suas futuras heroínas. Também aos 15 anos se apaixona, por uma mulher casada e onze anos mais velha do que ele, Elisa Schlesinger, a qual amará, talvez, pela vida toda; só declara, porém, o seu amor 30 anos mais tarde, através de uma carta. Embora viúva, Elisa já não quis desposá-lo. Elisa terminou sua vida em um asilo para doentes mentais[4].

O amor impossível, em especial por Elisa Schlesinger, inspira vários de seus livros: “Mémoires d'un fou”, em 1838, “Novembre”, em 1842, e as duas versões de “L'Éducation sentimentale”, em 1845 e 1869.

Retrato feito por Eugène Giraud.

Inicia os estudos de direito, em Paris, para contentar o pai, porém não consegue se interessar pelas aulas, levando uma vida boêmia, gastando todo o dinheiro que o pai mandava despreocupadamente. Após ter sido reprovado nos exames de direito na Universidade de Paris, começa a ter crises nervosas, com alucinações e perdas de consciência, que os médicos diagnosticam como histérico-epilépticos. Seu pai o trata com sangrias e dietas, isolando-o em um sítio em Croisset, às margens do Sena. Há uma melhora das crises, que só iriam retornar no fim da vida. Durante esse seu retiro, falece seu pai e a irmã Caroline, aos 22 anos, após dar à luz uma menina.

Em 1846, Flaubert conhece Louise Collet, separada do marido e mãe de uma jovem de 16 anos, amante do filósofo Vitor Cousin, e inicia um romance. Louise era considerada, pelos amigos, presunçosa e afetada, pouco espontânea, exatamente o oposto da recatada Elisa Sclesinger.

Flaubert rompe com Louise em 1848 e, mergulhado na literatura, não percebe as transformações da França, tais como a revolução desse mesmo ano, que derruba o Rei Luís Filipe e entrega o poder a Napoleão III, proclamado imperador em 1852.

Nesse período Flaubert perde o amigo Le Poittevin, companheiro de infância, e sua saúde se abala. Gustave organiza, com o amigo Maxime du Camp, uma longa viagem ao Oriente, entre 1849 e 1852; viaja ao Egito e à Jerusalém e, ao retornar, passa por Constantinopla e Itália. Colhe informações para escrever, mais tarde, Salammbô, uma reconstituição da civilização Cartaginense na época das guerras púnicas.

Em 1851, tem início Madame Bovary, obra realista que o tornaria célebre e que levaria 5 anos para concluir.

Em 1866, recebe a Legião de Honra do governo francês.

Medalha com a efígie de Flaubert no museu de Croisset

Entre 1870-1871, os prussianos ocupam uma parte da França, e Flaubert se refugia com sua sobrinha, Caroline, em Ruão; sua mãe morre em 6 de abril de 1872 e, nessa época, passa por dificuldades financeiras.

Em 1874, escreve La Tentation de Saint Antoine (1874), inspirada num quadro de Bruegel. Em 1877, aos 55 anos, escreve “Trois Contes”, entre eles um que é considerado sua obra-prima, “Un cœur simple”, a história de uma criada bondosa e tola, Félicité, inspirada em Julie, empregada que servira Flaubert e sua família até morrer.

Sua obra Bouvard e Pécuchet fica inacabada e foi publicada posteriormente.Pouco antes de sua morte, vende suas propriedades para evitar a falência do marido de sua sobrinha, e passa a viver de um salário como conservador da Biblioteca Mazarine.

Seus últimos anos são marcados por dificuldades financeiras. Morre subitamente, provavelmente de AVC, e é sepultado no Cemitério Monumental de Ruão, em presença daqueles que ele reconhecia como seus mestres: Émile Zola,Alphonse Daudet, Edmond de Goncourt, Théodore de Banville e Guy de Maupassant[5].

  • "Rêve d'enfer" (“Paixão e Virtude”) 1837
  • Mémoires d'un fou (“Memórias de um Louco”) 1838
  • Novembre (“Novembro”) 1842
  • Madame Bovary (“Madame Bovary”) 1857
  • Salammbô (“Salambô”) 1862
  • L'Éducation sentimentale (“A Educação Sentimental”) 1869
  • Lettres à la municipalité de Rouen, 1872
  • Le Candidat (peça), 1874
  • La Tentation de Saint Antoine (“A Tentação de Santo Antônio”) 1874
  • Trois Contes (“Três Contos”) (Un cœur simple (“Um Coração Simples”), La Légende de Saint Julien l'Hospitalier e Hérodias), 1877
  • Le Château des cœurs (teatro), 1880
  • Bouvard et Pécuchet (inacabado), 1881
  • À bord de la Cange, 1904
  • Par les champs et les grèves, 1910
  • Œuvres de jeunesse inédites, 1910
  • Dictionnaire des idées reçues, 1913
  • Lettres inédites à Tourgueneff, 1947
  • Lettres inédites à Raoul Duval , 1950
Uma de suas obras mais famosas é salammbô, cuja a foto está abaixo:

fontes: wikipwdia, sua pesquisa e google imagens.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Jean-François Millet - Guilherme número 12

Junto com Courbet, Jean-François Millet era conhecido como o percusor do realismo na europa.
O movimento artístico realismo, que desenvolveu-se na metade do século XIX e se caracterizava pela abordagem de temas sociais e um tratamento da realidade do ser humano.
Jean era um pintor romântico retratando em suas obras os gostos orientais e exóticos.
Millet nasceu em La Hague na Normandia e em 1834 teve sua primeira aula de pintura. Em 1838 mudou-se para Paris dedicando-se estudar os mestres do Louvre como Michelangelo.
No começo de sua carreira como artista, era difícil, pois precisava pintar com pastel no estilo rococó, a técnica de incrustação de conchas e vidros.

Obra de Jean que se encontra no museu d'Orsay - Paris

Auto Retrato de Jean-François Millet

Sites acessados em 20/08/2010
Resposta da enquete "Quando foi desenvolvido o período do realismo?"
Resposta:"Século XIX"